Este blog é dedicado a todos os amantes da Natureza e ao público em geral. Mas principalmente aqueles que se interessam pelo fascinante mundo dos Lepidópteros (Borboletas). Além de tudo, este blog é um guia onde o leitor poderá conhecer e identificar as mais variadas espécies de borboletas existentes um pouco por todo o mundo.

domingo, 19 de março de 2017

ACRAEA TERPSICORE - (Linnaeus, 1758)


. Características: De tamanho médio, esta borboleta pertence á família dos Ninfalídeos (Nymphalidae). As asas anteriores são alongadas enquanto as posteriores são mais pequenas e arredondadas. São de cor laranja com pintas pretas, sendo a margem das asas posteriores negras com uma fileira de pintas brancas. A face inferior é idêntica á superior, mas possui um tom mais rosado ou cor de salmão. A fêmea é idêntica ao macho, no entanto, é ligeiramente maior e mais pálida. Á medida que vai envelhecendo as suas asas tornam-se semitransparentes. A sua envergadura varia entre os 5,3 e os 6,4 cm de comprimento.


. Habitat: Habita espaços abertos como clareiras e orlas de florestas, prados e pastagens, em elevações de baixa altitude. Distribui-se desde a Índia até ao Sudeste Asiático. É uma espécie que ao longo dos anos se tem espalhado por vários países do Sudeste Asiático, ganhando novos territórios.

. Período de voo: É uma espécie caracterizada por possuir um voo lento mas persistente, podendo ser vista ao longo de quase todo o ano, atingindo o seu pico na estação das monções.









Alimentação: A lagarta é castanha-avermelhada, coberta por espinhos ramificados de cor negra e possui a cabeça alaranjada. Alimenta-se de plantas da família Passifloraceae, Loganiaceae, Violaceae e Turneraceae. Na fase da metamorfose tece um ponto de seda num ramo ou folha da planta hospedeira, onde se fixa de cabeça para baixo para se transformar em crisálida.












. Observação importante: Tanto a lagarta como a borboleta possuem substâncias tóxicas acumuladas no seu organismo que servem como meio de defesa se atacadas por predadores como por exemplo, aves insectívoras.
Durante o acasalamento o macho segrega uma secreção serosa que cobre uma das aberturas genitais e que endurece ao fim de poucas horas, sem obstruir o ovipositor, impedindo assim novos acasalamentos com outros machos.

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