Este blog é dedicado a todos os amantes da Natureza e ao público em geral. Mas principalmente aqueles que se interessam pelo fascinante mundo dos Lepidópteros (Borboletas). Além de tudo, este blog é um guia onde o leitor poderá conhecer e identificar as mais variadas espécies de borboletas existentes um pouco por todo o mundo.

domingo, 20 de dezembro de 2015

PACHLIOPTA ARISTOLOCHIAE - (Fabricius, 1775)


. Características: Esta exótica e elegante borboleta pertence á família dos Papilionídeos (Papilionidae). As suas asas são negras aveludadas, sombreadas de cinza-esbranquiçado com nervuras negras bem definidas, desde o centro da zona discal até ao ápice, não chegando ás extremidades da asa. Nas asas posteriores possui manchas brancas alongadas, atravessadas por nervuras pretas, e manchas em forma de meia-lua ou lúnulas de cor vermelho escuro, junto das extremidades das asas que são onduladas e terminam em duas grandes caudas em forma de lágrima. A face inferior é idêntica á superior, no entanto, as manchas vermelhas são mais intensas e brilhantes. Igualmente como o seu corpo, que é de um vermelho-vivo rosado com segmentos pretos. A fêmea é idêntica ao macho, diferenciando-se apenas por ser ligeiramente maior, possuir as asas anteriores um pouco mais arredondadas e uma coloração mais acastanhada. A sua envergadura varia entre os 6,5 cm e os 8,5 cm de comprimento.


. Habitat: Esta espécie pode ser encontrada em vários habitats, desde as florestas até zonas urbanas e jardins públicos. Em todo o Sudeste Asiático, até aos 5000 metros de altitude.

. Período de voo: Pode ser encontrada durante todo o ano.












. Alimentação: A lagarta tem uma cor castanho-escura aveludada, com inúmeros tubérculos carnudos de pontas vermelhas sobre o corpo. Possui ainda uma faixa branca num dos segmentos a meio do corpo. Alimenta-se de plantas da família Aristolochiaceae: Aristolochia bracteolata, Aristolochia indica, Aristolochia tagala, Aristolochiae griffithi, Aristolochia elegans. Como se alimenta de plantas que produzem substâncias tóxicas, também ela se torna tóxica para os predadores, acumulando essas substâncias no seu organismo. Na fase da metamorfose tece uma cinta de seda onde se prende á planta hospedeira, para aí se transformar em crisálida.











. Observação importante: Existem cerca de 20 subespécies deste género, todas elas muito parecidas.


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