Este blog é dedicado a todos os amantes da Natureza e ao público em geral. Mas principalmente aqueles que se interessam pelo fascinante mundo dos Lepidópteros (Borboletas). Além de tudo, este blog é um guia onde o leitor poderá conhecer e identificar as mais variadas espécies de borboletas existentes um pouco por todo o mundo.

domingo, 8 de dezembro de 2013

ARCTIA CAJA - (Linnaeus, 1758)


Borboleta-tigre

. Características: Conhecida vulgarmente por «borboleta-tigre-dos-jardins», esta borboleta noturna pertence á família dos Arctídeos (Arctiidae). É uma das mais coloridas e conhecidas borboletas da Europa. As suas asas anteriores são brancas com grandes manchas castanho-escuras, irregulares, e que variam de indivíduo para indivíduo. As posteriores são vermelho-alaranjadas, com grandes ocelos de cor negra ou azul escuro. A fêmea é ligeiramente maior que o macho e a sua envergadura alcança os 6,5 cm.


. Habitat: Habita as pradarias, jardins húmidos, ribeiras e campos de cultivo. Na montanha, até aos 2000 metros de altitude. Distribui-se por toda a Europa, Ásia e América do Norte.

. Período de voo: Voa de Julho a Agosto, numa geração.







. Alimentação: As lagartas são muito peludas, negras, com vários pontos brancos. Os pêlos da zona lateral do corpo e da zona da cabeça são de cor castanho-alaranjados. São polífagas, alimentando-se de vários tipos de herbáceas como; framboesas, amoras-silvestres, amores-perfeitos-bravos, madressilvas, urzes, urtigas, dente-de-leão etc. Quando pressentem o perigo, deixam-se cair no solo, enrolando-se e fingindo-se de mortas. Para se transformarem em crisálidas, tecem á sua volta um casulo, procurando locais junto ao solo, nos caules das plantas por entre a vegetação. A lagarta hiberna.




. Observação importante: As cores vivas das asas posteriores servem para intimidar os inimigos e adverti-los que não são comestíveis. Pois esta espécie possui uma glândula venenosa que produz toxinas cujo efeito é pouco conhecido.
O seu número também tem diminuído nos últimos anos devido á perda de áreas, que por sua vez contêm os vários tipos de plantas de que se alimentam as lagartas.


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